
Receitas da Nutri!
Sioellen Hellstrom
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Me chamo Sioellen Hellstrom, sou nutricionista há 10 anos, inscrita no CRN 9788. Minha jornada começou na área clínica e hospitalar, mas foi na gastronomia funcional que encontrei meu verdadeiro propósito.
Há uma década, venho criando receitas que acolhem, sem glúten, sem lactose, sem lácteos, sem açúcar, mas com muito amor e sabor.
Tive um restaurante onde cada receita era feita por mim, com carinho, e via de perto a alegria das pessoas ao descobrirem que podiam, sim, comer bem mesmo com restrições.
Este e-book está alinhado à missão que conduziu minha trajetória profissional: oferecer receitas inclusivas, saudáveis e saborosas.
Quero que ele chegue até você como uma inspiração. Para que todos possam saborear uma coxinha, um bolo ou qualquer preparo com prazer, saúde e leveza.
1 em cada 10 brasileiros sofre com intolerância alimentar — e muitos nem sabem disso.
Dores de cabeça frequentes, inchaço abdominal, prisão de ventre, diarreia, cansaço logo após as refeições…
Esses sintomas estão presentes na vida de milhões de brasileiros, mas quase sempre são tratados como "normais".
A verdade é que muitas dessas queixas têm uma origem silenciosa: a intolerância alimentar.
De acordo com dados da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN) e da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 10% da população brasileira apresenta algum grau de intolerância alimentar, especialmente à lactose, ao glúten e a aditivos químicos presentes em alimentos ultraprocessados.
O problema é que a maioria das pessoas nem desconfia. Continuam consumindo produtos industrializados que se dizem “leves”, “fit” ou “zero”, mas que escondem ingredientes inflamatórios e gatilhos digestivos, como emulsificantes, corantes, espessantes e proteínas modificadas.
A indústria chama de saudável o que, na prática, está te inflamando.
Muitos alimentos “de dieta” ou “sem açúcar” são ricos em substâncias artificiais que podem desencadear reações no intestino, no sistema nervoso e até na pele.
Isso sem falar na falsa promessa de praticidade: embalagens bonitas, slogans chamativos e “versões saudáveis” que, no fundo, continuam sendo altamente industrializadas e desequilibradas nutricionalmente.
